quinta-feira, 26 de novembro de 2009

A internet deve ser uma aliada na formação de leitores, diz Ministério da Cultura

> Portal UOL Educação, 22/11/2009

A internet deve ser uma aliada na formação de leitores, diz Ministério da Cultura Lísia Gusmão da Agência Brasil em Brasília
Crianças e jovens entre 5 e 17 anos leem três vezes mais que os adultos, mas 45% afirmam que o fazem por obrigação. Apenas 26% consideram o hábito da leitura um prazer. Os dados, que estão na pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, feita em 2007 com 5.012 pessoas em 311 municípios, indicam que o jovem leitor não manterá o hábito da leitura depois de concluída a fase escolar. A diretora editorial da Editora Record, Luciana Villas-Boas, avalia que, embora envolvidos com os meios eletrônicos, os jovens estão cada vez mais interessados nos livros. Segundo ela, mesmo quando já tiveram acesso ao texto na internet, o jovens não abrem mão da relação física com a
obra. "O livro é melhor. Além do prazer, a relação física com a obra influencia a absorção do conhecimento e os jovens perceberam isso", disse Luciana Villas-Boas. Na tentativa de ampliar o acesso ao livro e incentivar a formação de leitores, o Ministério da Cultura trata a internet como "aliada". A modernização das bibliotecas públicas inclui a instalação de centros digitais. "Nada substitui o livro. Não vamos cair na armadilha de opor a internet ao livro. Mas, inevitavelmente, a internet leva o jovem ao universo da leitura e da escrita", afirma o diretor do Livro, Leitura e Literatura do Ministério da Cultura, Fabiano dos Santos. O
brasileiro, segundo Luciana Villas- Boas, da Editora Record, segue as modas internacionais. Com o jovem, afirma, não é diferente. "E somos cobrados sempre que há demora na publicação de uma série. O jovem já leu na internet, mas quer o livro", explica. Para Fabiano dos Santos, é importante estimular a leitura de qualidade, mas a formação do hábito é fundamental. "Por isso, tratamos a internet como aliada", afirma. "A leitura é fundamental para o desenvolvimento humano. É um elemento de inclusão social. Quem lê, amplia seus conhecimentos e sua capacidade de crítica. Ao fim de um livro, você não é mais o mesmo", completou.

domingo, 8 de novembro de 2009

WEBQUEST




Definição

Webquest é uma atividade de aprendizagem que aproveita a imensa riqueza de informações que, dia a dia, cresce na Web.
O conceito de webquest foi criado em 1995, por Bernie Dodge, professor da universidade estadual da Califórnia, EUA, como proposta metodológica para usar a Internet de forma criativa.
Dodge a define assim:
"Webquest é uma atividade investigativa, em que alguma ou toda a informação com que os alunos interagem provém da Internet."

Descrição geral

Em geral, uma webquest é elaborada pelo professor, para ser solucionada pelos alunos, reunidos em grupos.
A webquest sempre parte de um tema (o Egito Antigo, por exemplo) e propõe uma Tarefa, que envolve consultar fontes de informação especialmente selecionadas pelo professor.
Essas fontes (também chamadas de recursos) podem ser livros, vídeos, e mesmo pessoas a entrevistar, mas normalmente são sites ou páginas na Web.
É comum que a Tarefa exija dos alunos a representação de papéis (faraó, arquiteto, escravo), para promover o contraste de pontos de vista ou a união de esforços em torno de um objetivo.

Tipos

Bernie Dodge divide a webquest em dois tipos, ligados à duração do projeto e à dimensão de aprendizagem envolvida:
Webquest curta - leva de uma a três aulas para ser explorada pelos alunos e tem como objetivo a aquisição e integração de conhecimentos.
Webquest longa - leva de uma semana a um mês para ser explorada pelos alunos, em sala de aula, e tem como objetivo a extensão e o refinamento de conhecimentos.

Seções da WQ

Como regra geral, uma webquest é constituída de sete seções:
Introdução
Tarefa
Processo
Fontes de informação
Avaliação
Conclusão
Créditos

Objetivos educacionais

Modernizar modos de fazer educação
Garantir acesso a informações autênticas e atualizadas
Promover aprendizagem cooperativa
Incentivar a criatividade
Favorecer o compartilhar de saberes pedagógicos
Transformar informações ativamente
Desenvolver habilidades cognitivas
Favorecer o trabalho de autoria dos professores

FONTE: SENAC SP

Links:

Página atualizada por Bernie Dodge, mentor das webquests
http://webquest.sdsu.edu/webquest.html

Página sobre webquests, da Universidade do Minho
http://www.iep.uminho.pt/aac/diversos/webquest

Exemplos de webquests http://chalk.richmond.edu/education/projects/ http://portuguesembadajoz.wordpress.com/2008/03/10/webquest-em-portugues/

Trabalho apresentado dia 04/11/2009 por Brena Sato e Cátia Salino.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Analise do projeto "Escrita no teclado – explorando o processador de textos"

O projeto visa desenvolver uma melhora na escrita dos alunos utilizando o processador de texto (por exemplo, o Word) onde no próprio programa há a correção ortográfica, que facilita um rico processo de aprendizagem. Desse modo, explorar e aprofundar a utilização das ferramentas que o programa oferece permite ir além da simples digitação. As várias opções de organização do texto, como formatação e recursos gráficos, também podem ser aliadas e motivadoras de novas e significativas aprendizagens na produção escrita. Esse projeto visa como público alvo alunos dos ciclos I e II do ensino fundamental, ensino médio e EJA.
A interdisciplinaridade não foi muito explorada nesse projeto onde apenas tem a mistura de português, literatura e a informática.
Esse projeto usa recursos simples da tecnologia, porém bem aplicados onde estimula além da melhoria da escrita do aluno, o melhor uso do português, das regras gramaticais e a aprender a usar o computador.
Um projeto simples, de fácil aplicação e que pode mesclar tanto diversas coisas da atualidade quanto para estimular aos alunos a ler clássicos literários.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Análise de Projeto

O projeto por mim analisado tem como título "A AVENIDA RAMALHO: A VILA DE ONTEM, A AVENIDA DE AMANHÃ". Este projeto foi realizado em 2005, na EEEF. DR. MOREIRA DE SOUSA, com alunos do IV ciclo do Ensino Fundamental (alunos de 14 anos), com duração de 1 semestre.
O grupo de alunos fez um levantamento histórico da Av. Ramalho (endereço da escola), identificando as mudanças ocorridas desde sua origem. A turma redescobriu o entorno da escola, com seus símbolos, imagens e personagens, e percebeu que eles mesmos são sujeitos históricos e transformadores. Isso resultou num livro virtual.
Utilizaram como ferramentas emails, o próprio portal educared, sites de pesquisas. Isso indica que fizeram uso adequado da tecnologia.
Houve interdisciplinaridade , o que permitiu, além do conhecimento geográfico e histórico, um enriquecimento no vocabulário e uma grande melhoria na produção textual, demonstrando a construção do conhecimento pelos alunos.
Numa avaliação geral achei muito atual e interessante. A busca e a troca de informações permitiu aos alunos conhecerem a importância da tecnologia, sua utilização para aprimorar o conhecimento e, principalmente, o acesso a tecnologia, que até então, era desconhecida pelos alunos.

domingo, 1 de novembro de 2009

Análise do projeto "Animando a imaginação – utilizando recursos de animação'

Esse projeto é realizado com crianças do I e II ciclo do Ensino Fundamental. Sua proposta é que as crianças criem histórias de animação, utilizando linguagem verbal e não verbal. Isso faz com que haja um desenvolvimento da imaginação do aluno; uma interação do real com o imaginário, favorecendo assim a criatividade, a autoria do aluno.
Valoriza a interdisciplinaridade, porque quando as histórias são criadas, podem envolver os mais diversos temas: o que foi aprendido em sala de aula nas disciplinas (história, geografia, matemática, língua portuguesa, artes, física, química); temas cotidianos como saúde, alimentação, violência, dentre outros.
Esse tipo de trabalho revela muito a respeito do perfil do aluno, a partir de como ele monta o trabalho, quais conteúdos e de maneira os utiliza.
Ele aprende também com a tecnologia, já que requer um conhecimento prévio do aluno. Caso este não tenha o professor tem de orientar o aluno (se ele também estiver apto a orientá-lo).
Proporciona uma ampla construção de conhecimento porque o aluno tem acesso a diversas informações; é guiado a participar de eventos culturais como cinemas, teatros, exposições, leitura de livros; a fazer pesquisas na Internet.
Concluindo, valoriza a imaginação, a produção textual, o desenvolvimento da leitura e escrita, o uso da tecnologia, o estreitamento nas relações com os colegas uma vez que são propostos trabalhos em grupos.
Cabe aqui reconhecer que é um projeto para crianças do ensino fundamental e que requer um certo conhecimento do professor na utilização dessa tecnologia. Não se trata de um projeto simples, mas que requer esforço e trabalho dos seus participantes e creio que se bem desenvolvido proporcionará uma boa aprendizagem.

Por Jessica Delazari e Marcus Vinicius Freitas